TJSC PROMOVE SEMANA DE COMBATE AO ASSÉDIO E À DISCRIMINAÇÃO COM FOCO EM SAÚDE MENTAL E CULTURA DE RESPEITO

Programação reúne palestras, painéis e oficinas para fortalecer ações de prevenção no Judiciário catarinense.

O Tribunal de Justiça de Santa Catarina promove entre os dias 25 e 29 de maio a 5ª Semana de Combate ao Assédio e à Discriminação. A iniciativa busca fortalecer a cultura institucional de prevenção e enfrentamento ao assédio moral, sexual e a todas as formas de discriminação no ambiente de trabalho.

Com o lema “Envolver e transformar: PJSC sem assédio e discriminação”, a programação contará com ações formativas e de conscientização, incluindo palestras, painéis, círculos de justiça restaurativa e oficinas. As atividades seguem as diretrizes das Resoluções nº 351/2020 e nº 450/2022 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

A proposta é ampliar os espaços de diálogo, escuta qualificada e reflexão coletiva, contribuindo para um ambiente de trabalho mais seguro, ético, respeitoso e acolhedor. A programação também pretende sensibilizar magistrados, servidores e colaboradores, além de incentivar gestores a atuarem como multiplicadores da cultura de prevenção.

Abertura institucional e círculos restaurativos

A abertura oficial ocorre nesta segunda-feira, 25 de maio, com o lançamento institucional da campanha. Já na terça-feira, 26, serão realizados círculos de justiça restaurativa nas comarcas da Capital, Lages, Itajaí e Timbó, municípios que contam com núcleos específicos para esse tipo de atividade. As ações seguem ao longo da semana.

Na quarta-feira, 27, a programação destaca uma roda de conversa com gestores, reforçando o papel das lideranças na prevenção ao assédio e à discriminação dentro do Poder Judiciário.

Evento formativo será destaque da programação

O principal evento da semana acontece na quinta-feira, 28 de maio, no Auditório Thereza Tang, no Palácio da Justiça Ministro Luiz Gallotti, em Florianópolis, com transmissão ao vivo pelo canal do TJSC no YouTube.

Com carga horária de nove horas, o encontro reunirá magistrados, servidores e especialistas das áreas de gestão, direito e psicologia para discutir saúde mental e relações de trabalho.

A programação inicia às 8h30 com credenciamento e abertura institucional às 9h. Entre os destaques da manhã está a palestra “Cuidar de quem faz a Justiça: saúde mental, gestão e prevenção do assédio no PJSC”, ministrada pela juíza auxiliar da Presidência e integrante da Comissão de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio Moral, ao Assédio Sexual e a Todas as Formas de Discriminação (CPEAMAS), Taynara Goessel.

Também serão realizados painéis sobre políticas institucionais de prevenção, gestão de pessoas e os desafios da magistratura nas relações de trabalho.

Saúde mental e relações seguras no ambiente profissional

No período da tarde, as discussões serão voltadas à saúde mental, escuta ativa e construção de relações profissionais seguras. Participam especialistas do Sindicato dos Trabalhadores do Poder Judiciário do Estado de Santa Catarina, do Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina e do próprio TJSC.

A programação será encerrada com a oficina “Presença, escuta e conexão”, promovendo atividades práticas de integração e reflexão entre os participantes.

Já na sexta-feira, 29 de maio, representantes das CPEAMAS participarão de uma roda de conversa no TRE-SC, ampliando o diálogo interinstitucional sobre prevenção ao assédio e à discriminação.

Compromisso institucional

A desembargadora Hildemar Meneguzzi de Carvalho, presidente em exercício das CPEAMAS, destacou a importância da iniciativa para consolidar ambientes de trabalho mais saudáveis no Judiciário catarinense.

“A Semana de Combate ao Assédio e à Discriminação reafirma o compromisso do Poder Judiciário de Santa Catarina com a promoção de ambientes de trabalho pautados no respeito, na escuta e no cuidado com as pessoas. Falar sobre assédio, saúde mental e relações de trabalho é um passo essencial para prevenir violências, fortalecer vínculos e consolidar uma cultura institucional mais ética, segura e acolhedora.”

A desembargadora reforçou ainda que:

“Envolver e transformar é um chamado coletivo, que depende do engajamento de todos e todas.

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