PRESENÇA DE COLIFORMES FECAIS INTERDITA CAPTURA DE OSTRAS E MEXILÕES EM ÁREAS DA GRANDE FLORIANÓPOLIS

Como resultados de exames de laboratório  identificaram  a concentração de coliformes fecais acima dos limites permitidos para o consumo,a Secretaria Estadual da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural decidiu interditar os cultivos de ostras e mexilhões das localidades de Serraria e Barreiros, no município de São José, e de Tijuquinhas e São Miguel, em Biguaçu.

A medida foi necessária devido à presença de Escherichia coli (E. coli) acima dos limites permitidos. A partir de hoje, está proibido retirar e comercializar ostras, mexilhões, vieiras, berbigões e seus produtos, inclusive nos costões e beira de praia dessas áreas.

ÁREAS LIBERADAS

Mas, Santa Catarina tem ainda algumas áreas liberadas sob condição, ou seja, as ostras e mexilhões só podem ser comercializados após depuração ou tratamento térmico. As localidades que estão nessa classificação são: Paulas, em São Francisco do Sul; Praia Alegre e Armação do Itapocorói, em Penha; Laranjeiras, em Balneário Camboriú; Canto dos Ganchos, Calheiros, Fazenda da Armação, em Governador Celso Ramos; Barro Vermelho, em Florianópolis; Ponta de Baixo, em São José; Barra do Aririú, Praia do Pontal, Praia do Cedro, Enseada do Brito e Passagem do Maciambú, em Palhoça.

Santa Catarina é o maior produtor nacional de moluscos, com 39 áreas de produção distribuídas em 11 municípios do Litoral. O setor gera mais de 1,9 mil empregos diretos e a produção gira em torno de 13 mil toneladas de mexilhões, ostras e vieiras. O Estado é o único estado do país que realiza o monitoramento permanente das áreas de cultivo. O Programa Estadual de Controle Higiênico Sanitário de Moluscos é um dos procedimentos de gestão e controle sanitário da cadeia produtiva, dando garantia e segurança para os produtores e consumidores.

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