BANCO MUNDIAL RECONHECE POTENCIAL ECONÔMICO E DE DESENVOLVIMENTO DE SANTA CATARINA

Representantes do Banco Mundial, através de  estudos conjuntos com o governo do Estado, concluíram que Santa Catarina, além de estar na segunda posição nacional de competitividade, tem a sexta maior economia e a indústria mais diversificada do Brasil. Essa conclusão, reconhecida durante reunião na sexta feira em Florianópolis, entre setores do governo e do banco, também foi cumprimentada, por vídeo conferência, pelo diretor do BID no Brasil, Morgan Doyle, reconhecendo “os atrativos  do Estado, como sua indústria diversificada e estamos prontos para aprofundar ainda mais esta parceria, comprometidos com esta agenda. Vamos traduzir esse trabalho em ações concretas”, anunciou.

Entre outros apontamentos que resultaram da análise conjunta com o BID, foram identificados fatores de competitividade de Santa Catarina, componentes regionais diferenciados, bem como potenciais a serem explorados.

O secretário de Estado da Fazenda, Cleverson Siewert destacou que a atração de investimentos é um componente fundamental na gestão do governador Jorginho Mello, incluída como uma das estratégias de incremento de novas receitas no Plano de Ajuste Fiscal (Pafisc). O Estado conta com um ambiente propício para impulsionar negócios, apontou Siewert, e está aberto a ampliar suas possibilidades coletivamente, a exemplo do trabalho realizado junto ao BID.

“Esta parceria tem sido fundamental para o desenvolvimento de Santa Catarina. Não só com a contribuição financeira, mas principalmente pelo apoio com visão estratégica, inteligência, assistência técnica, troca de informações. Isto tem enriquecido nossa possibilidade de tomarmos decisões muito mais acertadas. Em curto espaço de tempo, poderemos entregar resultados efetivos e, principalmente, um legado no médio e longo prazo para as próximas gerações”, avaliou.

Durante a semana trabalharam integrados à equipe do BID servidores que atuam em processos de atração de investimentos nas secretarias da Fazenda, da Indústria, do Comércio e do Serviço (Sicos); do Planejamento (Seplan); da Ciência, Tecnologia e Inovação (SCTI); Meio Ambiente e da Economia Verde (Semae); Articulação Internacional (SAI) e SC PAR, além de representantes da Fiesc.

A agenda conjunta com representantes do Banco Interamericano de Desenvolvimento também resultou em diagnóstico e recomendações de ações estruturadas, com fixação de objetivos e metas a serem definidos para o próximo ano, que serão avaliados pelo Governo do Estado e debatidos em novos encontros com o BID.

Também participaram da reunião o secretário Edgar Usuy (Planejamento), os secretários adjuntos Augusto Piazza (Fazenda), Jonianderson Menezes (Indústria, Comércio e Serviço) e Guilherme Dallacosta (Meio Ambiente e Economia Verde), além de representantes das demais secretarias e órgãos de governo.

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