INDÚSTRIA E ESCOLA SE UNEM EM CHAPECÓ PARA TRANSFORMAR CONSCIÊNCIA AMBIENTAL EM ATITUDE

A ação de conscientização ambiental e recolhimento de resíduos nas ruas próximas à instituição de ensino. (Divulgação)

Uma ação de conscientização ambiental levou estudantes do Colégio Dom Bosco, em Chapecó, às ruas do bairro Jardim Itália para uma atividade de limpeza e preservação dos espaços coletivos. A iniciativa foi realizada pelo Sindicato da Indústria do Material Plástico do Oeste Catarinense (Sindiplasc), entidade filiada à Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC), em parceria com a indústria Azeplast e a instituição de ensino.

Realizada na última semana e alusiva ao Dia Mundial da Limpeza, a mobilização aproximou a comunidade escolar de questões ambientais que fazem parte do cotidiano das cidades.

Aprendizado fora da sala de aula

Durante o percurso, os participantes recolheram resíduos descartados de maneira inadequada nas proximidades do colégio e receberam orientações sobre a destinação correta dos materiais, a preservação dos recursos naturais e os impactos provocados pelo descarte irregular.

Mais do que contribuir para a limpeza da região, a atividade proporcionou aos estudantes uma experiência prática de educação ambiental. A proposta foi mostrar que pequenas atitudes individuais podem produzir reflexos na conservação dos espaços urbanos e na qualidade de vida da população.

Para o presidente do Sindiplasc, Gabriel Sperandio, iniciativas desse tipo ajudam a transformar informação em responsabilidade.

“Quando crianças e jovens participam de uma atividade como essa, conseguem perceber de forma concreta os impactos do descarte inadequado e a importância de cuidar dos lugares que fazem parte de sua rotina. Essa aproximação entre indústria, escola e comunidade contribui para formar cidadãos mais conscientes, capazes de fazer escolhas responsáveis e multiplicar esse aprendizado em suas famílias e nos ambientes onde convivem”, ressaltou.

Responsabilidade compartilhada

A mobilização também destacou a importância da cooperação entre diferentes setores da sociedade na busca por soluções ambientais. Ao reunir indústria, escola e comunidade, a iniciativa estimulou o protagonismo dos estudantes e reforçou a ideia de que a preservação dos espaços urbanos depende da participação de todos.

A experiência mostrou, na prática, que educação ambiental não se limita à sala de aula: ela também acontece quando crianças e jovens participam diretamente do cuidado com o lugar onde vivem.

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