
A Polícia Civil de Santa Catarina, por meio da Delegacia de Proteção à Criança, Adolescente, Mulher e Idoso (DEAM) de Joinville, cumpriu o mandado de prisão preventiva contra um homem de 30 anos investigado por um grave episódio de violência doméstica e familiar.
O caso ocorreu no dia 25 de agosto de 2026, no bairro Aventureiro, em Joinville. Segundo as investigações, o homem teria ameaçado a companheira de morte, destruído pertences da residência e cometido agressões físicas.
Ainda conforme o apurado pela Polícia Civil, a vítima teria sido submetida a socos, empurrões e uma tentativa de enforcamento. Na sequência, o investigado teria obrigado a mulher a entrar em um veículo e utilizado a filha do casal, de apenas 1 ano, como forma de ameaça, afirmando que poderia tomar a criança.
Durante o deslocamento, a vítima encontrou uma oportunidade para escapar. Ela saltou do veículo em movimento enquanto o carro estava parado em um semáforo e correu em busca de ajuda da Polícia Militar.
Mulher e filhas foram encaminhadas a abrigo
Diante da avaliação de que havia risco grave à integridade e à vida da vítima, a mulher e suas filhas foram encaminhadas à Casa Abrigo Viva Rosa, onde receberam proteção.
O episódio mobilizou as forças de segurança e resultou na adoção de medidas judiciais para impedir a continuidade das agressões e preservar a segurança da família.
Prisão preventiva foi determinada pela Justiça
A Polícia Civil representou pela prisão preventiva do investigado. O pedido foi acolhido pelo Juizado de Violência Doméstica da Comarca de Joinville, que determinou a prisão como forma de garantir a ordem pública e assegurar a efetividade das medidas protetivas concedidas à vítima.
Após os procedimentos legais realizados na delegacia, o homem foi encaminhado ao Presídio Regional de Joinville, onde permanece à disposição da Justiça.
Integração das instituições
A ação reforça a atuação integrada entre Polícia Civil, Ministério Público e Poder Judiciário no enfrentamento à violência doméstica e familiar.
Para as forças de segurança, a rapidez na investigação e na adoção das medidas judiciais é fundamental em situações que envolvem ameaças, agressões e risco à vida, especialmente quando há crianças e adolescentes no núcleo familiar.
O caso segue sob responsabilidade das autoridades competentes, e o investigado permanece à disposição da Justiça.













