
O senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), voltou a criticar nesta sexta-feira (25) a ofensiva do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) contra as apostas online. Durante uma cerimônia da Polícia Militar no Rio de Janeiro, Flávio chamou o presidente de “pai do Tigrinho”, em referência ao popular jogo de cassino online.
Flávio questiona iniciativa do governo
Ao comentar a Medida Provisória que o governo federal prepara para restringir ou proibir as apostas virtuais, Flávio acusou Lula de ter adotado a medida somente após perceber os efeitos das bets sobre o endividamento das famílias.
Na avaliação do candidato, a iniciativa teria também motivação eleitoral, por ocorrer às vésperas do primeiro turno das eleições de 2026. Flávio classificou a medida como “hipócrita, eleitoreira e populista”. (BOL)
MP prevê restrições às apostas online
Segundo reportagem do Diário do Poder, a medida preparada pelo governo prevê o endurecimento das regras para o setor, incluindo restrições às apostas esportivas e aos cassinos online. O texto também deverá abordar o endividamento dos consumidores e mecanismos relacionados a dívidas antigas mantidas junto aos bancos. (Diário do Poder)
A iniciativa ocorre na reta final da campanha eleitoral. O governo também discute medidas para enfrentar os impactos econômicos atribuídos às apostas e aos cassinos virtuais.
Flávio faz distinção entre bets e cassinos
Apesar das críticas à iniciativa de Lula, Flávio Bolsonaro também já apresentou uma posição específica sobre o funcionamento das plataformas.
Em declaração feita na quarta-feira (23), o candidato afirmou ser contrário aos cassinos online, incluindo o chamado “Jogo do Tigrinho”, mas sinalizou que apostas esportivas relacionadas a resultados reais, como partidas de futebol, poderiam ter tratamento diferente, com mecanismos de controle. (TNOnline)
A declaração desta sexta-feira reforça o debate eleitoral sobre o futuro das apostas online no país, colocando em confronto as posições de Lula e Flávio Bolsonaro sobre a regulamentação ou proibição do setor.
(Fonte: Diário do Poder)













