MINISTÉRIO DA SAÚDE: DEPUTADA PAULINHA DEBATE REGULAMENTAÇÃO DA CANNABIS MEDICINAL EM SC

Deputada Paulinha leva demanda ao Ministério da Saúde.

A luta pela regulamentação efetiva das associações que produzem medicamentos à base de Cannabis em Santa Catarina ganhou um novo capítulo nesta semana.
A deputada Paulinha (Podemos-SC) levou o tema a Brasília, em reunião com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Também participaram a deputada federal Renata Abreu (Podemos-SP) e Pedro Sabaciauskis, fundador da Associação Santa Cannabis, criada em 2019 em Florianópolis.

Dependência de decisões judiciais

Atualmente, as associações que produzem medicamentos à base de Cannabis dependem de decisões judiciais para continuar atuando.
O pedido é para que a Anvisa priorize o tema e estabeleça uma regulamentação que permita às entidades funcionarem de forma legal e estável em todo o país.

Compromisso do ministro

Paulinha destacou a importância da audiência e afirmou que Padilha se comprometeu a intermediar o diálogo com a Anvisa.
“O mais importante na audiência de hoje foi o compromisso do ministro com o que a gente produz no Brasil. Ele sabe que o nosso remédio é mais barato e mais eficiente”, disse a parlamentar.Produção local e impacto no SUS

A proposta é que o Ministério da Saúde elabore uma regulamentação que inclua as associações como colaboradoras no processo de produção.
Segundo Pedro Sabaciauskis, a medida poderia incentivar a produção local, reduzir custos para o SUS e gerar emprego e renda em Santa Catarina.

Mobilização popular

Durante o encontro, Paulinha entregou ao ministro um abaixo-assinado com mais de duas mil assinaturas em apoio à regulamentação.
“Está mais do que claro que essa não é uma pauta de esquerda ou de direita. Estamos tratando de saúde, de qualidade de vida e de bem-estar para as pessoas”, enfatizou a deputada.

União de forças

Pedro Sabaciauskis reforçou a necessidade de engajamento coletivo.
“O que precisa agora é unir o conhecimento das associações produtoras que já fazem isso em Santa Catarina há sete anos, do Ministério da Saúde e da própria Anvisa, para criar uma regulamentação que possa contemplar a todos”, destacou.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor, digite seu comentário
Por favor, informe seu nome