Neste domingo celebramos o Dia Internacional da Mulher, uma data que vai muito além das homenagens simbólicas.
É um momento de reconhecer a dimensão do papel que as mulheres desempenham na sociedade contemporânea.
Hoje, a presença feminina é cada vez mais marcante em praticamente todos os espaços da vida social. No mercado de trabalho, na política, na gestão pública, no empreendedorismo e também dentro de casa, as mulheres demonstram diariamente capacidade, sensibilidade e liderança.
Um exemplo claro vem do próprio cenário econômico. Dados levantados pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas mostram que mais de 35% das empresas em Santa Catarina são lideradas por mulheres.
São milhares de empreendedoras que geram renda, criam empregos e movimentam a economia.
Muitas vezes, começando pequenos negócios que se transformam em oportunidades para toda a comunidade.
Mas é importante lembrar que essa força feminina não se limita ao mundo empresarial.
Ela está presente também na administração pública, no serviço social, na educação, na saúde, na ciência e na política — espaços que durante muito tempo foram predominantemente masculinos.
Ao mesmo tempo, muitas mulheres continuam exercendo um papel fundamental dentro das próprias famílias.
Conciliam jornadas múltiplas, dividindo-se entre o trabalho profissional e as responsabilidades domésticas, muitas vezes sendo o verdadeiro eixo de sustentação da vida familiar.
Essa realidade revela algo essencial: quando a mulher avança, a sociedade avança junto.
Ainda existem desafios.
A desigualdade salarial, a dificuldade de acesso a posições de liderança e as barreiras estruturais que persistem em diversos setores mostram que o caminho da igualdade ainda está em construção.
Mas também é verdade que os avanços das últimas décadas são inegáveis.
O Brasil de hoje já não é o mesmo de décadas atrás. Cada vez mais mulheres ocupam posições de decisão, empreendem, lideram e transformam realidades.
Por isso, o Dia Internacional da Mulher deve ser mais do que uma data comemorativa. Deve ser também um momento de reflexão e reconhecimento.
Reconhecimento da coragem, da competência e da resiliência de milhões de mulheres que, todos os dias, constroem um país melhor — dentro de casa, no trabalho e na sociedade.
Porque quando as mulheres conquistam espaço, quem ganha é o Brasil.














