SÃO JOSÉ REFORÇA SISTEMAS DE VIGILÂNCIA E SEGURANÇA NAS ESCOLAS MUNICIPAIS

Com a implementação de sistemas de tecnologia nas áreas de acesso aos prédios, reforço técnico e de pessoal no canal de videomonitoramento, investimentos também nos serviços e setores de segurança presencial nas entradas e interior dos estabelecimentos, são ações definidas pelo prefeito Orvino Coelho de Ávila para resguardar a integridade de alunos e  servidores da Rede Municipal de Ensino de São José. Para o prefeito “é preciso revisitar o Plano de Segurança que tinha sua ênfase nas emergências como incêndios, alagamentos e furtos e promover treinamentos de condutas de segurança para comunidade escolar e das famílias”, observou.

A secretária Municipal de Educação, Maria Helena Krüger, destacou a preservação da imagem da escola como um espaço acolhedor, tranquilo  e que apesar de todas as medidas de segurança, “os atos de violência não são contra as escolas e sim contra a sociedade. Precisamos entender e ficar atentos que essa violência acontece em vários espaços, acontece em shoppings, dentro de coletivos, em praças, nos locais de trabalho e, infelizmente, acontecem em um espaço nunca imaginado, que é nas nossas escolas.”

A secretária destacou a preservação da imagem da escola como um espaço acolhedor, tranquilo , que apesar de todas as medidas de segurança. “A violência não é contra as escolas e sim contra a sociedade. Precisamos entender e ficar atentos que essa violência acontece em vários espaços, acontece em shoppings, dentro de coletivos, em praças, nos locais de trabalho e, infelizmente, acontecem em um espaço nunca imaginado, que é nas nossas escolas.”

De maneira a fazer frente à onda de violência, Maria Helena defendeu a capacitação dos profissionais com a auto segurança na comunidade escolar. “O treinamento é fundamental para atender as questões de segurança, nós temos nas unidades escolas um universo de crianças diversificadas, temos crianças com deficiências, com espectro autista, e tudo isso exige treinamento para lidar num momento de uma emergência. Tem que ser uma capacitação pensada em preservar a vida, o ser humano”, pontuou.

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